Levantamento inédito da fintech revela como viver a emoção do torneio fora do estádio, destacando opções de lazer, os custos de viagem e o comportamento de consumo na ‘Big Apple’.
São Paulo, 15 de julho de 2025 – A Copa do Mundo da FIFA 26™ deve atrair mais de 70 mil torcedores brasileiros para a América do Norte, e Nova York será o grande epicentro do torneio ao sediar a final no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Mas com ingressos disputados e esgotados rapidamente, como o brasileiro que viajou para a ‘Big Apple’ pode viver o clima do mundial fora das arquibancadas?
Para ajudar no planejamento dessa jornada, a Nomad, fintech pioneira em oferecer soluções financeiras globais para brasileiros, elaborou um guia completo. O material une dicas de onde assistir aos jogos com um raio-x inédito do consumo na metrópole, baseado nos dados transacionais de sua base de mais de 3,8 milhões de clientes.
Onde assistir à final e viver o clima da Copa em Nova York?
A cidade que nunca dorme oferece uma infraestrutura incomparável para os torcedores sem ingresso:
●FIFA Fan Festivals: As tradicionais Fan Fests gratuitas prometem tomar conta de áreas icônicas de Manhattan e do Brooklyn, reunindo telões gigantes, shows ao vivo e milhares de torcedores do mundo inteiro com vista para os famosos arranha-céus.
●Sports Bars em Midtown e Downtown: A cultura de sports bars em Nova York é fortíssima. A região de Midtown Manhattan e o entorno do Madison Square Garden abrigam telões imensos, são pontos perfeitos para beber uma cerveja local e comer os tradicionais buffalo wings durante a partida.
●Mercados gastronômicos e parques: Para um clima mais descontraído, mercados como o Chelsea Market e o Eataly (Downtown e Flatiron) — locais queridinhos dos brasileiros, onde costumam fazer transações de valores moderados para beliscar em pé —, além dos gramados do Central Park, se tornaram o refúgio informal da torcida
A Morte do Trânsito: O império do Metrô
O estudo da Nomad revela que, para circular entre os bares e Fan Fests, o brasileiro em Nova York foge do carro alugado e dos táxis. O sistema de metrô da cidade (MTA) figura no 1º lugar absoluto em quantidade de transações, provando que o turista aderiu em massa ao pagamento por aproximação (OMNY) direto nas catracas com o cartão da fintech. O Uber e o Lyft perdem força em Nova York, consolidando a ideia de que a cidade deve ser explorada a pé e debaixo da terra.
O roteiro de consumo
Nos dias livres antes e depois da final, o tempo é a moeda mais cara da cidade, e o brasileiro adotou a cultura Grab & Go (pegar e levar). Redes como Pret A Manger (7º lugar em transações) e as barracas de rua do The Halal Guys bombam na preferência do turista, que come um sanduíche rápido para não perder tempo. Para a sobremesa, o brasileiro enfrenta as filas da nostalgia pop em confeitarias famosas como a Magnolia Bakery (21ª em frequência) e a Levain Bakery (27ª).
No varejo, o turista é adepto do varejo vertical: entrar em prédios icônicos para caçar promoções. A Century 21 surpreende ocupando o 9º lugar em volume financeiro total (TPV). O dinheiro do entretenimento também é altamente focado nas “vistas instagramáveis”: os modernos observatórios Summit One Vanderbilt (12º em TPV) e Edge (18º) já superam o tradicional Empire State na carteira do brasileiro.
Quanto custa a viagem para Nova York?
A Nomad também estimou os gastos médios de uma viagem de sete dias, contemplando passagens, hospedagem, alimentação e passeios:
●Perfil Econômico (aprox. R$ 12.560): Hospedagem em hotéis 3 estrelas no Queens ou Brooklyn, uso massivo do metrô, foco em comida de rua (como fatias de pizza de um dólar) e atrações gratuitas, como a travessia da Ponte do Brooklyn.
●Perfil Confortável (aprox. R$ 25.940): Estadia em hotéis 4 estrelas em Midtown ou Chelsea. Inclui jantares na moda e ingressos antecipados para espetáculos da Broadway e observatórios modernos.
●Perfil Luxo (a partir de R$ 62.290): Hospedagem em hotéis 5 estrelas na icônica Quinta Avenida. Alta gastronomia em restaurantes com estrelas Michelin, compras exclusivas e até passeios de helicóptero por Manhattan.
“A energia de uma final de Copa do Mundo em Nova York será sentida em cada esquina, nos bares e nas praças. Nossos dados provam que o brasileiro já sabe como viver o ritmo acelerado da metrópole, usando o metrô e fazendo refeições inteligentes para aproveitar a cidade ao máximo”, avalia Bruno Guarnieri, CRO da Nomad. “Estar presente em um evento dessa magnitude exige planejamento. Ter uma conta global garante a liberdade de vivenciar essa experiência de forma autêntica e segura, pagando o câmbio comercial em vez de sofrer com as taxas surpresas na volta para casa.”
Benefícios Nomad
Para facilitar o planejamento de quem vai embarcar nessa jornada e otimizar o orçamento, a Nomad oferece serviços integrados de viagem, incluindo chip de internet virtual (eSIM) e seguro viagem com assistência médica global. Tudo é contratado e gerenciado digitalmente pelo próprio aplicativo da fintech.
A novidade é que agora a fintech passa a oferecer ainda cashback em dólar direto na conta Nomad para reservas de hospedagem em plataformas parceiras. O benefício é de 6% para compras no Booking.com e até 8% de cashback em compras na Decolar.
Sobre a Nomad
Fundada em novembro de 2020, a Nomad foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos EUA e, atualmente, é um dos maiores players do mercado no que tange soluções completas para a vida financeira global dos brasileiros. Com a fintech, os clientes podem construir seu patrimônio financeiro em dólar, além de realizar transferências internacionais e compras no exterior. O cartão Nomad é aceito globalmente para operações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicos (ATMs).
Por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa em dólar para quem busca ‘dolarizar’ o patrimônio como forma de diversificação e, consequentemente, mais proteção. Os serviços de investimento oferecidos pela Nomad são intermediados pela corretora local Global Investment Services DTVM Ltda.
